O que dizem as residentes dos Álamos

Maria Teresa Ribeiro (Faial, ano lectivo 2004/2005, 5º ano de Direito, FD/UL)
Álamos! O nome indicado para a nossa residência! É como uma árvore a crescer, cheia de ramos, que são todas as pessoas que cá moram e, claro, ..., cheia de folhas, que são todos os sorrisos que por cá passam. Cá passam, vivem e trabalham! Álamos, bem no coração desta enorme floresta que é a vida universitária! … A natureza no seu melhor!!!!

Cristina Duque (Porto, ano lectivo 2004/2005, 5º ano de Engenharia Aeroespacial, IST/UTL)
Três anos nesta casa trazem-me tantas recordações, que dificilmente consigo fazer um resumo, ou eleger algumas. Mas nada é impossível... Posso afirmar, sem sombra de dúvida, que o mais importante na Residência Universitária dos Álamos é o convívio e as fortes amizades que daí crescem - muitas delas inquebráveis.


Marta Malheiro
(Braga, ano lectivo 2004/2005, 5º ano de Arquitectura Paisagista no ISA/UTL)
Porquê Álamos? Começo por dizer que não é apenas uma residência onde se dorme, se almoça e se janta.
É muito mais do que isso. O convívio, o companheirismo que existe entre nós, penso que não se encontra em qualquer outro lado. Aprende-se a crescer. Ter que entrar às 23 horas não é perder oportunidades mas ganhar amigos.

Isis Alonso
(Braga, ano lectivo 2002/2003, 6º ano de Medicina Veterinária, FMV/UTL)
Fui recebida (e muito bem recebida) numa grande família. Aqui me tenho completado como pessoa em todos os sentidos, e sinto que todas são convidadas ao desenvolvimento neste ambiente familiar, amigo, inesquecível. Tenho uma gratidão profunda por todas as que por aqui passaram e aquelas que aqui continuam. Sei que recebo muito para, daqui para frente, "construir" cada vez mais.

Mika Kojima (Japão, ano lectivo 2001/2002, especialização em estudos portugueses na FCSH/UNL)
Gostei imenso desta residência, Álamos, e das "alamitas". Só foi um ano, mas tenho imensas recordações e levo-as para o Japão. Não queria ficar com saudades como os portugueses, ...mas tenho imensa saudade das minhas amigas. Como a nossa vida foi "cruzada" por Deus, continuamos a ser amigas!!

Ana Rita Brochado (Amarante, ano lectivo 2003/2004, 2º ano de Eng.ª Biotecnológica, IST/UTL)
Nunca me sinto sozinha,... mesmo quando estou sozinha. Há sempre alguém com ouvidos (e coração) para me ouvir. Aprendo muito nesta casa: aulas de viola, confronto de opiniões nas tertúlias, convívio com várias pessoas de diversas áreas, o que facilita o acesso à cultura.

Pilar Malheiro (Braga, ano lectivo 2002/2003, 4º ano de Economia, FE/UNL)
A minha entrada nos Álamos é comparável com a abertura de um livro no qual o enredo se passa à minha volta com histórias inebriantes que perpassam vários capítulos. Mas as ideias que sincopadamente me vêm à memória são a partilha dos bons e dos maus momentos, a ajuda para mudar o rumo da História e a leveza das "agruras" da vida quando vividas com as verdadeiras amigas. Além de uma colecção de inúmeros volumes com histórias e personagens que a vida enriqueceu, consigo vislumbrar a pura forma da amizade.

Benedita Aroso (Porto, ano lectivo 2005/2006, 4º ano de Psicologia na FP/UL)
Não podia ter encontrado amigas melhores.